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O Rio Ardila é hoje em dia um
dos poucos que ainda mantém troços onde muito pouca gente passou.
Nascendo em Espanha na serra de Tentudia, o rio Ardila tem
uma extensão de 60 km em terras Lusas até à foz no Guadiana.
O Ardila é um rio temperamental
e ao longo do ano tem caudais extremamente variados que, antes da
construção da barragem do Alqueva, iam ao ponto de ter
zonas onde na Primavera / Verão o caudal era quase zero e com umas
chuvadas se transformar num rio de grau 4 ou 5.
Embora, como já se disse, o caudal esteja hoje em dia
condicionado pelo Alqueva, constata-se que nalguns locais
ainda se podem fazer uns "bonitos" por entre as pedras e
açudes.
Decidimos por isso, fazer uma exploração para conhecermos o quanto de
belo e misterioso envolve este rio e os locais por onde passa.
A nossa viagem teve início junto à ponte de Pegões e término na
ponte de Safára.
Nestes dois locais o acesso à água é fácil, contudo ao longo deste
percurso não existem estradas de ligação sendo por isso muito
difícil executar um resgate.
A fauna e a flora do Ardila são riquíssimas e as paisagens variam
desde as gargantas até aos grandes planos de água.
Ao longo do rio
poderá encontrar também vestígios da ocupação humana, hoje
transformados em habitat da fauna e flora.
Os antigos moinhos situados em locais de excepcional beleza
natural e de difícil acesso são o testemunho das duras
condições de vida das gentes que neles trabalhava, estando
agora ocupados por colónias de morcegos.
Para mais informações detalhadas, sugerimos a consulta do KAYAK NAVAL.
Não percam os "Comes & Bebes" locais
de entre os quais destacamos o ensopado de borrego, a sopa
de cação, as migas, o gaspacho, as sobremesas caseiras e o
famosíssimo tinto da Amareleja. Aproveitem também para
conhecer o património cultural da região, obtenham mais
informações aqui. |

TORNEIO NAVALISTA 2007
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